Foi assim que os pais lhe explicaram o que se passava, por que razão não voltaria à escola tão cedo. No final das férias de 2022, uma febre “baixinha”, ao longo de vários dias, fê-los percorrer Urgências e médicos no Algarve.
Quando regressaram a casa, na zona de Mafra, voltaram ao lugar que já conheciam bem desde que Diogo era bebé, o Hospital Beatriz Ângelo, onde aos sete meses ficou internado pela primeira vez, e onde lhe fora diagnosticada nessa altura uma doença rara. E foi também aí que as análises mostraram aquilo que Patrícia e o marido mais temiam. O que se seguiu foram muitos meses de internamentos, incluindo para a quimioterapia. “Ele era uma criança normalíssima. Um dos que apanhava menos viroses no infantário. Adorava praia, estar com a família”.
Quando olha agora para trás, a mãe não se cansa de apontar a valentia do menino, tantas vezes picado, tantas vezes sujeito a todas as práticas médicas a que a doença obrigou. Está agora na fase final dos tratamentos, aquela a que os médicos chamam de “manutenção”. A mãe voltou ao trabalho, a família tenta resgatar a normalidade possível.
Leia mais em Diário de Notícias