A investigação, feita pela BebéVida (um banco de células estaminais) e o Centro de Investigação em Saúde Translacional e Biotecnologia Médica da Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto (TBIO), focou-se no uso deste tipo de células aplicando-as ao melanoma, e os resultados foram promissores, com os tumores a viverem durante menos tempo do que sem este tratamento.
Ouvida pelo DN, a diretora técnica de investigação e desenvolvimento da BebéVida explica que “ainda vai demorar a que os resultados se tornem efetivamente numa terapia”. “É o pontapé de saída para algo do qual, no futuro, esperamos vir a colher frutos. O que se fez foi um estudo primário, de ciência básica e preliminar. É importante deixar isso claro, porque não é algo que se possa aplicar já nas pessoas”, explica Andreia Gomes.
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