“Esta guerra, provavelmente, não terminará tão cedo quanto gostaríamos”, assinalou Scholz, durante um discurso no Congresso do Partido Social Democrata (SPD, na sigla em alemão), que começou sexta-feira, em Berlim.
Assim, o governante disse que é necessário continuar a apoiar a Ucrânia “este ano, no próximo e no seguinte”. Apesar de admitir que esta ajuda representa “um grande desafio financeiro” para a Alemanha, comprometeu-se a continuar a apoiar Kiev na defesa contra a Rússia, com dinheiro e armas.
Scholz lembrou que a Alemanha é o segundo país que mais contribui para o apoio à Ucrânia, atrás dos Estados Unidos. “Se outros Estados vacilarem, a nossa contribuição poderá ter de ser ainda maior”, vincou.
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