Aluna de uma pós-graduação em comunicação, a jornalista carioca Grazielle Tavares, 49, disse que o episódio, ocorrido na terça-feira (28), foi presenciado por vários estudantes de sua turma, mas que apenas a professora teria agido para socorrê-la.
Segundo Grazielle, a docente, portuguesa, chamou o segurança da faculdade. O funcionário, porém, teria perguntado o que a brasileira havia feito para irritar o estudante português. Ela afirmou que, após alguma insistência, a polícia foi chamada. A equipe da GNR (Guarda Nacional Republicana) apenas interrogou o estudante, que não foi detido.
A brasileira foi atendida ainda na sala de aula por uma equipe médica e acabou levada a um hospital. Ela ficou com os lábios inchados e sangrando, além de ter caído no chão com a força do golpe.
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