Marcelo Rebelo de Sousa está a visitar o memorial das vítimas em Bucha, junto à igreja de Santo André, em homenagem aos mais de 450 civis massacrados e enterrados em valas comuns, que o presidente considera que “não perdeu força. (…) Foi muito forte, muito chocante, muito desumano”.
“Portugal tem sido incansável, o governo, a ministra da justiça” têm trabalhado para ajudar a Ucrânia e, dependendo de Marcelo, “estaremos sempre na primeira linha”. O presidente realça ainda que, independentemente do que for o “apuramento final” da guerra, será sempre “uma lição para o futuro”.
Marcelo está no país invadido pela Rússia para dar “continuidade à presença portuguesa”. Segundo o chefe de Estado, “esteve aqui o primeiro-ministro, o presidente da Assembleia da República, várias vezes o ministro dos Negócios Estrangeiros, agora veio o presidente da República. É Portugal presente a mostrar a sua solidariedade em todos os domínios”, afirmou o presidente da República, citado pela agência Lusa, à chegada à estação ferroviária de Kyiv-Pasazhyrskyi.
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