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Morte de Odair por parte de polícia: “Legítima defesa em excesso não é legítima defesa”

Acórdão que condena polícia que matou Odair Moniz diz que agente agiu em legítima defesa mas condena-o por excesso. Penalistas explicam ao DN que quando há excesso não há legítima defesa. E estranham que tribunal não tenha em conta decreto-lei e normas que regulam uso de arma de fogo por polícias.

O que é “excesso de legítima defesa”? Em que situações estão os agentes policiais autorizados a disparar armas de fogo contra pessoas? Estão os polícias sujeitos a um regime legal que restringe mais os seus direitos de defesa do que aquele que rege as pessoas comuns?

Estas questões surgiram, nos últimos dias, no debate público a propósito do acórdão do Tribunal Criminal de Sintra que condenou o agente da PSP Bruno Pinto pelo homicídio, na madrugada de 21 de outubro de 2024 no bairro da Cova da Moura, do cidadão cabo-verdiano Odair Moniz.

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