Para uma plateia composta sobretudo por académicos e advogados, Sócrates e Reinaldo Azevedo, colunista do jornal Folha de S. Paulo, entre outros meios de comunicação social do Brasil, convidado para a apresentação, sublinharam os riscos que o estado democrático de direito correu sob a presidência de Bolsonaro e sob os efeitos da Operação Lava Jato, conduzida por Sergio Moro, que, em 2018, de juiz passou a ministro da Justiça.

Após a leitura de um trecho de uma das crónicas do livro, a propósito do lançamento (depois frustrado) de Sergio Moro à presidência da República do Brasil em novembro de 2021 – “tudo ali é pobre, triste e medíocre”, escreveu o antigo primeiro-ministro sobre o antigo juiz da Lava Jato -, Sócrates não resistiu a abordar a política portuguesa, referindo-se, sem o nomear, a Augusto Santos Silva, hoje presidente da Assembleia da República,
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