Guarda Nacional Republicana adianta que estão em causa questões ligadas ao “alojamento, alimentação, falta de pagamento de remunerações e eventualmente maus-tratos físicos”.
Em causa estão “maus-tratos da entidade patronal” relacionados com “alojamento, alimentação, falta de pagamento de remunerações e eventualmente maus-tratos físicos”, de acordo com informação disponibilizada à Lusa pelas relações-públicas do comando territorial de Bragança da GNR.
Os oito imigrantes estavam alojados no edifício degradado da casa do povo de Pinheiro Novo, cedida pela Junta de Freguesia a pedido de associação de baldios, a entidade que adjudicou os trabalhos de reflorestação que estavam a ser executados pela empresa Turma Rústica de Vila Verde, no distrito de Braga.
A denúncia da falta de condições chegou à GNR em 15 de fevereiro “através de uma chamada telefónica de uma das vítimas”.
Os oito queixosos são todos homens, com idades entre os 22 e os 44 anos.
Segundo a fonte, deslocaram-se ao local a GNR, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), o Ministério Público, a Cruz Vermelha e a Junta de Freguesia com um tradutor.
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