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Luís Neves descarta que o ataque desta terça-feira no Centro Ismaelita tenha tido motivações religiosas.
“Esse sinal está praticamente afastado”, afirmou o diretor da PJ, conclusão sustentada por “dezenas de diligências” levadas a cabo “ininterruptamente” pelas autoridades.
O homicídio de duas mulheres e tentativa de homicídio de uma terceira vítima são “crimes graves”, mas de “natureza comum”, não de “natureza terrorista”.
A confirmar-se, se o ataque tivesse motivações terroristas “mudava tudo”, desde a organização da segurança interna ao grau de ameaça, até a medidas de cooperação policial internacional.
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