O chefe do Governo frisou que, quando as previsões do Governo não se cumpriram, foi porque os resultados “foram sempre para melhor”.
O primeiro-ministro revelou que o crescimento económico será no mínimo de 6,7% em 2022, um aumento relativamente às previsões do Governo, que apontavam para 6,5%, e o défice “não ultrapassará seguramente 1,5%”, em contraponto com os 1,9% previstos.
Em entrevista à revista Visão que vai para as bancas na quinta-feira, conduzida pelos jornalistas Filipe Luís e Mafalda Anjos, António Costa defendeu o seu balanço económico desde que tomou posse como primeiro-ministro, em 2015, recordando que, nos quatro anos anteriores à sua governação, foram sempre necessários orçamentos retificativos.
Em contraponto, Costa salientou que, desde que é chefe do executivo, só houve um único “orçamento suplementar, para dar resposta à emergência da pandemia” da covid-19 e frisou que, quando as previsões do Governo não se cumpriram, foi porque os resultados “foram sempre para melhor”.
“Neste ano, previmos um crescimento de 6,5% e ele será, pelo menos, de 6,7%. Previmos um défice de 1,9%, mas ele não ultrapassará seguramente 1,5%”, exemplificou.
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