O Papa voltou esta sexta-feira a manifestar o desejo de que a guerra na Ucrânia termine e tornou a dizer que o Vaticano está disponível para fazer todo o possível para mediar o conflito, porque “a paz é possível”.
“Sim, tenho esperança. Não vamos desistir, a paz é possível. No entanto, todos se devem comprometer a desmilitarizar os corações (…), para depois desativar e desarmar a violência. Devemos ser todos pacifistas. Devemos querer a paz, não apenas uma trégua, que pode servir apenas para se rearmarem. A paz verdadeira, que é fruto do diálogo”, disse Francisco, numa entrevista publicada esta sexta-feira no jornal “La Stampa”.
O Papa também reiterou que “o Vaticano está pronto para fazer todo o possível para mediar e acabar com o conflito na Ucrânia”.
“Estamos constantemente atentos à evolução da situação (…). O secretário de Estado trabalha e trabalha bem, todos os dias, e está a avaliar qualquer hipótese e a valorizar cada abertura que possa conduzir a um verdadeiro cessar-fogo, a verdadeiras negociações. Enquanto isso, estamos comprometidos com o apoio humanitário ao povo da Ucrânia”, afirmou Francisco.
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