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Novos radares vão dar 13 milhões de euros ao Estado português

Rita Neves Costa

A expansão da rede nacional de fiscalização automática de velocidade (SINCRO) vai ter impacto nas receitas do Estado em 2023. O Governo prevê, de acordo com a proposta do Orçamento do Estado, que sejam arrecadados cerca de 13 milhões de euros com as multas que venham a ser cobradas nos novos locais de controlo de velocidade.

Novos equipamentos só deverão entrar em funcionamento no próximo ano
Novos equipamentos só deverão entrar em funcionamento no próximo ano

De recordar que os 50 novos locais de controlo da velocidade – 30 radares a rodar rotativamente pelo país – vão entrar em funcionamento de “forma gradual”, tal como já tinha adiantado o Ministério da Administração Interna ao JN. Também a Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária revelou que o calendário estava a ser cumprido. A própria secretária de Estado Patrícia Gaspar tinha adiantado que até ao final de 2022 haveria novos equipamentos a funcionar, mas a proposta aponta agora essa entrada em funcionamento só em 2023. Os novos radares vão introduzir a medição da velocidade média em Portugal, além de fiscalizar a já habitual velocidade instantânea.

Leia mais em: Jornal de Notícias

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