“Se não for vontade de Deus continuar, passo a faixa presidencial”, garante o Presidente do Brasil. Que admitiu ter “pisado a bola” quando disse: “Não sou coveiro”.

Jair Bolsonaro garantiu que vai passar a faixa presidencial ao vencedor das eleições de 2 de outubro, caso não seja ele, e recolher-se porque já não tem nada a fazer na Terra.
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“Se for a vontade de Deus, eu continuo, se não for, passo a faixa presidencial e vou recolher-me porque com a minha idade eu não tenho mais nada para fazer aqui na Terra se acabar a minha passagem pela política no 31 de dezembro do corrente ano, obrigado a todos, continuo fiel aos meus valores, Deus, pátria, família e liberdade”, afirmou em entrevista aos podcasts evangélicos Dunamis, Hub, Felipe Vilela, Positivamente, Luma Elpidio e Luciano Subirá.

A declaração surgiu à mesma hora em que Rosa Weber tomava posse como presidente do Supremo Tribunal Federal, ato a que Bolsonaro faltou, tornando-se o primeiro chefe de estado a fazê-lo desde Itamar Franco, em 1993. Horas depois, entretanto, foi divulgada sondagem do Ipec (antes conhecido como Ibope) onde o atual presidente seguiu estável nos 31%. Lula da Silva, por sua vez, aumentou em dois pontos, dentro, por isso, da margem de erro, a sua liderança, oscilando de 44% para 46%.