O luto nacional de setes dias decretado pelo Chefe de Estado em memória ao ex-Presidente da República, José Eduardo dos Santos, termina à meia-noite de hoje.
Ontem, o dia foi reservado para as homenagens dos partidos políticos, antigos combatentes e veteranos da pátria, deputados e funcionários da Assembleia Nacional, bem como representantes da sociedade civil.
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Num clima de muita consternação, antigos combatentes caíram em prantos, no momento em que se aproximavam do retrato de José Eduardo dos Santos, aonde depositavam flores. Houve até quem não conseguisse assinar o livro de condolências.
Durante os últimos dias, centenas de pessoas, entre políticos, entidades eclesiásticas, diplomatas, representantes de organizações não governamentais, associações, médicos, enfermeiros, professores, trabalhadores de operadoras de lixo e funcionários de instituições públicas e privadas acorreram à Praça da República, para renderem homenagem ao ex-Chefe de Estado.
Desde a abertura oficial do livro de condolências, pelo Presidente da República, João Lourenço, fiéis de igrejas reconhecidas no país marcam presença no local, entoando louvores que transmitem paz, tranquilidade e refrigério à alma.
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Passaram, igualmente, pela Praça da República, no Memorial Dr António Agostinho Neto, mais de 30 grupos corais. Todos com o mesmo objectivo: o de agradecer a Deus pelo tempo que permitiu a presença física de José Eduardo dos Santos entre os angolanos, disse, ontem, o reverendo Francisco Domingos Sebastião, pastor presidente da Assembleia de Deus Pentecostal do Maculusso, em Luanda.