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Filipe Nyusi apelou “à Ucrânia e à Rússia, no sentido de voltarem ao diálogo directo e, com humildade, buscarem uma solução diferente da guerra”, detalhou a presidência moçambicana em comunicado.
Na conversa com Zelensky, que durou mais de meia hora, Nyusi “lamentou e manifestou solidariedade pela perda de mais de dez mil vidas” e pelos “mais de doze milhões de deslocados, bem como a destruição de infra-estruturas” na Ucrânia.
O chefe de Estado moçambicano justificou “a abstenção em relação à guerra entre a Rússia e a Ucrânia” nas Nações Unidas, “como uma postura decorrente da Constituição da República e da política externa que defendem a solução de diferendos por meio do diálogo”.
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