"Todos crescemos como fãs de Bond, e por isso escrever A View to a Kill continua extraordinário para nós" - Plataforma Media

“Todos crescemos como fãs de Bond, e por isso escrever A View to a Kill continua extraordinário para nós”

Roger Taylor, baterista dos Duran Duran, teve tempo para cinco minutos de conversa com o DN mesmo antes de o grupo britânico subir ao palco do Rock in Rio, sábado à noite, e entusiasmar a multidão.

Os primeiros anos de sucesso dos Duran Duran, na década de 80, coincidiram com a era Margaret Thatcher. Hoje continuam a tocar, mas a Grã-Bretanha vive na era Boris Johnson. Isso afeta a música que fazem, passados 40 anos? É diferente a música que criavam da de agora?

Se é diferente tocar música hoje… não, não creio. Obviamente a forma como a música é vendida, isso sim, é muito diferente, chegamos à nossa audiência de uma forma muito diferente. Via internet, Spotify e por aí fora. Mas escrevemos muito da mesma maneira que antes, como grupo.

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Mas a sociedade britânica é muito distinta dos anos 80 para hoje. Isso não se reflete no que escrevem, no que compõem? Sei que nunca tiveram uma atitude pública muito política, mas mesmo assim…
Sim, sempre fomos um grupo apolítico, e por isso a forma como a sociedade evoluiu nunca foi muito importante para a nossa forma de fazer música. Nunca fomos um grupo com intenções políticas, isso nunca fez parte da nossa agenda.

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