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Apelo para China abandonar política de “zero casos”

Zhang Zuofeng, professor da Faculdade de Saúde Pública Fielding, na Universidade da Califórnia, nos EUA, publicou um artigo no final de março na rede social chinesa Meipian a apelar que Xangai permita a quarentena no domicílio e a realização de testes rápidos de antigénio, em vez de testes em massa PCR, que aumentam o risco de infeção cruzada.

O especialista recomendou também que seja intensificada a vacinação de idosos com a tecnologia RNA desenvolvida pela BioNtech, que ainda não foi aprovada pelo regulador chinês, embora a farmacêutica Fosun Pharma, com sede em Xangai, tenha já assinado um acordo para as distribuir e produzir.

Zhang Zuofeng defendeu ainda que Xangai deve criar reservas do medicamento Paxlovid, desenvolvido pela Pfizer, para tratar pacientes, especialmente idosos.

As autoridades chinesas realizaram repetidos testes em massa e enviaram todos os casos positivos para hospitais, em muitos casos instalações provisórias, com condições deficientes.

Por outro lado, determinaram o encerramento de supermercados e farmácias em Xangai, o que resultou na escassez de bens de primeira necessidade.

As medidas enquadram-se na chamada política de “zero casos”, que as autoridades argumentam visar proteger os mais vulneráveis e evitar um aumento do número de mortes.

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