Aung San Suu Kyi é incriminada em duas acusações, de acordo com a Lei Anticorrupção do país, com cada uma punível com até 15 anos de prisão e multa.
A abertura do julgamento de hoje foi confirmada por um oficial à agência de notícias AP, que falou sob condição de anonimato, porque não estava autorizado a divulgar informações.
A ex-primeira-ministra é acusada de receber dinheiro em 2019 e 2020 de Maung Weik, um magnata que foi condenado por tráfico de droga.
A televisão estatal sob controlo do Governo militar mostrou no ano passado um vídeo, no qual Maung Weik afirmava ter realizado pagamentos a ministros para ajudar os seus negócios.
Hoje, o funcionário da Comissão Anticorrupção Ye Htet disse em tribunal que os pagamentos feitos pelo magnata estavam a ser tratados como acusações separadas.
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