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O Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) está a trabalhar numa eventual integração da vigilância do SARS-CoV-2 nas redes-sentinela da gripe e outras infeções respiratórias. No entanto, uma mudança de estratégia, já recomendada pelo ECDC, que está ainda no plano teórico, caberá à Direção-Geral da Saúde (DGS). Uma transição que pode ter na primavera/verão o momento certo para ser feita.
A ideia é passar a monitorizar o SARS-CoV-2 da mesma forma que fazemos com a gripe e outras infeções respiratórias. Através quer das redes-sentinela, quer da rede de laboratórios.
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