"Demasiado tempo por comprimido que não acrescenta nada" -

“Demasiado tempo por comprimido que não acrescenta nada”

Longe dos relvados durante nove meses, por castigo imposto pela UEFA face a um teste antidoping em que acusou uso de diurético, André Onana, guarda-redes camaronês do Ajax, considerou que a sanção, mesmo encurtada, foi desajustada, devido ao consumo de um comprimido.

“Achei uma barbaridade. Testei positivo devido a um comprimido de perda de peso quando nem tinha líquido para reter. Reduziram a pena porque perceberam que era um bocado injusto. Ainda assim, foi demasiado tempo devido a um comprimido que não acrescenta nada”, afirmou o guardião, tendo aludido ao facto de o Tribunal Arbitral do Desporto ter reduzido a pena de 12 para nove meses (até novembro).

O TAS decidiu, em sede de recurso, pela redução do castigo imposto pela UEFA a Onana em fevereiro passado, considerando uma suspensão “mais proporcional”, tendo em conta que o futebolista não tem “nenhuma falha significativa” na carreira.

Em entrevista ao jornal espanhol “Marca”, o guarda-redes do Ajax, num exercício de memória, detalhou como, segundo o próprio, se enganou na toma de um medicamento e, por isso, originou a sua suspensão no futebol profissional.

“Depois do encontro com a Atalanta [empate a 2 na época passada], acordei com dor de cabeça e fui tomar um medicamento que tinha sido prescrito, mas a minha mulher, que tinha acabado de dar à luz, tinha um semelhante, que é usado para retenção de líquidos, e tomei sem querer”, começou por lembrar André Onana.

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