Realização da FILDA gera 2,7 mil postos de trabalho - Plataforma Media

Realização da FILDA gera 2,7 mil postos de trabalho

A realização da 36ª Feira Internacional de Luanda (FILDA), a decorrer de 30 do presente a 4 de Dezembro, na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, está orçada em 225 milhões de Kwanzas, com perspectivas de gerar 700 empregos temporários directos e cerca de dois mil indirectos.

A informação foi avançada, ontem, pelo presidente do Conselho de Administração do Grupo Eventos Arena, Bruno Albernaz, durante uma conferência de imprensa de apresentação do evento, organizado pelo Ministério da Economia e Planeamento e promovido pela empresa.

De acordo com o responsável, os expositores pagam 540 mil kwanzas, acrescidos do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) por cada stand de nove metros quadrados, devendo o espaço com a mesma dimensão, sem stand, custar 270 mil mais o IVA, ao passo que as micro, pequenas e médias empresas terão acesso a uma área de balcões com o custo de 160 mil.

Sob o lema “Tecnologia como suporte ao desenvolvimento do agronegócio e da indústria”, a FILDA 2021 é aberta ao público com ingressos de dois mil kwanzas. Nesta altura, estão confirmadas participações oficiais de Portugal, Itália e Argentina, assim como representações individuais, destes dois últimos países,  China, Egipto, Eritreia, França, Índia,  Japão, Líbano, Turquia, Namíbia e Coreia do Sul.

“Contamos com 90 por cento de empresas nacionais e 10 por cento estrangeiras, sendo que a indústria representa 16 por cento das participações, serviços 15 e comércio com 12”, afirmou Nuno Albernaz, indicando que os outros sectores mais expressivos são a banca, a saúde, petróleo e gás, institucional, transportes e logística, hotelaria e turismo, agricultura, agronegócio, seguros, ambiente e alimentação.

A secretária de Estado para a Economia, Dalva Ringote, disse, na ocasião, que o Executivo encara a realização da FILDA com grande optimismo, pelo potencial do certame de dinamizar a actividade produtiva e comercial, após um longo período em que a pandemia da Covid-19 condicionou as economias, não só de Angola, como no mundo todo.

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