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Shanna Swan, epidemiologista e investigadora na área da reprodução, na Escola de Medicina Icahn no Monte Sinai, de Nova Iorque, junta uma nova crise à das alterações climáticas. Não é apenas o aquecimento global que põe em risco a sobrevivência da espécie. A ação humana conduziu a uma crise de fertilidade cada vez mais difícil de combater. A autora revela mesmo, nesta entrevista à TSF, que o ser humano está a chegar perto do ponto de não retorno.
Compara a crise climática à crise da infertilidade. Em que medida a infertilidade é também uma ameaça à Humanidade, neste momento?
Não as comparo no sentido de qual é a pior ou maior. O que quero dizer é que estamos agora no ponto da crise de fertilidade em que estávamos há quatro anos, com a crise das alterações climáticas.
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