De acordo com fonte oficial do gabinete do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, o tripulante português encontra-se bem e não solicitou qualquer tipo de apoio consular. Até ao momento, não existem indicações de que tenha sido afetado pelo surto.
O navio mantém-se fundeado ao largo de Cabo Verde, depois de as autoridades locais terem recusado a autorização para atracar no porto da Praia, numa decisão tomada por precaução e em conformidade com as normas internacionais de saúde pública.
Segundo dados oficiais, pelo menos um caso de hantavírus foi confirmado laboratorialmente, tratando-se de um passageiro britânico atualmente internado em estado crítico no sul de África. No total, seguem a bordo 147 pessoas, entre passageiros e tripulação, oriundas de 23 países.
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Três indivíduos apresentam sintomas compatíveis com infeção, mas encontram-se estáveis e sob acompanhamento médico permanente. Equipas de saúde têm prestado assistência no navio com recurso a equipamentos de proteção e estão preparadas para eventuais evacuações sanitárias, se necessário.
A representante da OMS em Cabo Verde adiantou que estão em curso análises laboratoriais adicionais, com amostras enviadas para um laboratório de referência no Senegal, sendo esperados resultados nos próximos dias. Está igualmente a ser avaliada a possibilidade de transporte médico especializado para a Europa.