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Pandemia ensinou que hospital de campanha deve ser último recurso

Brasil chegou a abrir 14 mil leitos em unidades móveis, segundo levantamento.

As internações aceleravam e as mortes já se acumulavam quando o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anteviu, em uma entrevista coletiva em 1º de abril: “Os hospitais de campanha vão ser cada vez mais comuns no Brasil”.

Em pouco tempo eles começariam a pipocar na maioria dos estados, pressionados a dar uma resposta às taxas de ocupação que subiam. Em apenas três meses, seriam mais de 14 mil leitos criados nessas unidades, segundo levantamento feito pelo Observatório de Política e Gestão Hospitalar da Fiocruz a pedido da Folha.

“No início da pandemia, se não fizéssemos hospital de campanha era como se não estivéssemos enfrentando a Covid-19”, diz Carlos Lula, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), à frente da pasta do Maranhão.

Difícil pensar diferente quando a China já havia construído unidades móveis em tempo recorde, e países com sistemas de saúde organizados como França, Espanha, Itália, Reino Unido e Canadá também já recorriam às edificações emergenciais.

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