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Encerramento de fronteiras retira “kinguilas” das artérias de Luanda

Sem as pressões das autoridades para o abandono da actividade ilegal, as “kinguilas” da capital vêem na baixa procura pelas divisas um novo obstáculo para manter a renda familiar

Desde que o Governo angolano suspendeu as ligações aéreas com a África do Sul, Austrália, Nigéria e Reino Unido, no dia 26 do mês passado, para prevenir o país da nova variante da Covid-19, a queda da procura pelas divisas, em Luanda, tem afastado diversas pessoas do negócio de “kinguila”.

Este mercado informal, que há décadas serve de sustento para inúmeras famílias angolanas, viu desvalorizar o seu principal produto de transação, pois os fornecedores e compradores estão impedidos de viajar para o exterior do país.

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