A equipa canadiana construiu uma exibição de autoridade, com destaque para o “hat-trick” de Jonathan David, que marcou aos 29, 45+3 e 90+2 minutos. Cyle Larin abriu o marcador aos 16 minutos, Nathan Saliba fez o quarto aos 64, e Mohamed Manai, na própria baliza, fechou as contas aos 75.
O encontro complicou-se ainda mais para o Catar, que terminou reduzido a nove jogadores, após as expulsões diretas de Homam Ahmed (33’) e Assim Madibo (53’). A equipa asiática permanece com um ponto, em igualdade com a Bósnia-Herzegovina, mantendo ainda hipóteses matemáticas de apuramento.
O momento mais preocupante da partida surgiu aos 51 minutos, quando Ismaël Koné sofreu uma entrada aparentemente fortuita que resultou numa fratura na perna esquerda. O médio de 24 anos, jogador do Sassuolo, foi imediatamente assistido em campo e transportado de maca para o hospital, onde será operado.
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“Estava mesmo à nossa frente e ouvimos o osso partir”, descreveu o selecionador do Canadá, Jesse Marsch, visivelmente abalado após o encontro. O técnico referiu ainda que o jogador envolvido no lance pediu desculpa no final do jogo e sublinhou não haver indícios de intenção na ação.
Apesar da vitória histórica e do bom posicionamento no grupo, o ambiente no balneário canadiano ficou marcado pela preocupação com Koné, considerado peça importante no esquema da seleção.