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Investigação da PJ provou ódio racial no homicídio de Bruno Candé

A acusação do Ministério Público sobre o homicídio do ator Bruno Candé, morto a 25 de julho passado, ficou concluída. A investigação demonstra que houve motivação racial nesta morte

Bruno Candé Marques, ator, 39 anos, foi brutalmente assassinado a 25 de julho passado, pouco depois da uma da tarde, em plena luz do dia, na Avenida de Moscavide, em Loures, com quatro tiros disparados à queima-roupa por um homem de 76 anos, reformado, antigo auxiliar de limpezas de um hospital e presumivelmente ex-combatente na Guerra do Ultramar e que está em prisão preventiva, indiciado pelos crimes de homicídio qualificado e detenção de arma ilegal.

De acordo com a investigação da PJ e titulada pelo DIAP de Lisboa, foram identificados vários indícios fortes, quer com base em testemunhos, quer com base no perfil do suspeito, que esta morte teve motivação racial.

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