Pior é Possível – Veja o PDF

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PDF: Versão Integral do PLATAFORMA às sextas-feiras nas bancas em Macau

Uns milhares de trabalhadores não-residentes perderam o emprego e o direito a viver em Macau quando a crise se instalou na cidade com a chegada da pandemia. A maioria suspira por um regresso ao território que lhes assegura, na maioria dos casos, o salário mais baixo entre a população. Mas, mesmo assim, muito acima do pouco ou nada que os países de origem lhes oferece.
Manchete:
De mal a pior

Outros destaques nesta edição:

Arsénio Reis – debruça-se sobre a potencial vacina eficaz contra a Covid-19. De como criou uma expectativa positiva em todo o mundo, na mesma semana, que faleceu Gonçalo Ribeiro Telles. Figura que assumiu o ambiente como causa de vida e defendeu que é nossa obrigação ajudar a cuidar da natureza, como a única forma de termos futuro e de sobrevivência.
Agora que a vacina nos permite voltar a semear a esperança num mundo melhor, devíamos todos voltar às ideias de Gonçalo Ribeiro Telles como vacina para o nosso futuro coletivo.
Editorial: Vacinar o futuro

No próximo ano será escolhida uma nova Assembleia Legislativa. As Linhas de Ação Governativa apresentadas esta semana, pelo chefe do Executivo, são as últimas debatidas pelos atuais deputados. O PLATAFORMA ouviu o que pensam deputados e um membro do Conselho Executivo sobre o documento. Já o chefe do Governo disse que uma recuperação económica firme está dependente da chegada de uma vacina.
Macau: Governar sob o signo da pandemia

Carmen Amado Mendes tomou posse como presidente do Centro Científico e Cultural de Macau, em Lisboa, no início deste ano. O Governo português espera que a especialista posicione o centro como referência internacional em estudos asiáticos e interculturais e de atividades científicas de referência na cooperação e relação Europa-Ásia. Conversou com PLATAFORMA sobre o Plano Estratégico da instituição para 2020-2030, Macau e a China.
Cooperação: “Temos capacidade para reunir a massa crítica dedicada à Ásia”

O cofundador do Projeto China-África defende que a ideia de que há uma contratação massiva de trabalhadores chineses em projetos da China em África é “um mito que não morre”, apontando que a grande maioria dos profissionais “são contratados localmente”.
África-China: Mais trabalhadores chineses em África é “um mito”

Menos internacional, é certo, mas com a mesma emoção, garantem as autoridades locais. O Grande Prémio de Macau está aí e nem a pandemia de Covid-19 o conseguiu cancelar
Suplemento Grande Prémio: Pandemia não fecha Guia

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