Francisco Aguilar: "feminismo político" é o "mais criminoso regime da história" - Plataforma Media

Francisco Aguilar: “feminismo político” é o “mais criminoso regime da história”

Professor de Direito Penal da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa publicou um longo texto na revista de Direito Civil editada pela instituição, em que diz que o feminismo “é o mais criminoso regime da história” e aponta um “ódio genético” das mulheres àquele que é visto como “biologicamente privilegiado por Deus” – o sexo masculino. Controvérsia já se estende ao corpo docente da instituição.

“O verdadeiro privilégio que existe no Ocidente é o privilégio da mulher perante o homem”; “as mulheres cospem no prato – a civilização ocidental, designadamente o cristianismo – que não apenas lhes deu de comer mas que permitiu a sua ascensão”; “[a aversão aos homens] ocorre na grande maioria das mulheres, por força da tendencial não superação da inveja do pénis”; “os filhos sem pai, isto é, sem disciplina moral que lhes é imposta pelo pai, tendem a ser sociopatas”; o “feminismo político” é o “mais criminoso regime da história”.

Este é um (breve) apanhado do pensamento do professor de Direito Penal Francisco Aguilar, expresso num longo texto publicado na revista de Direito Civil da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, uma instituição pública. Ao longo de 57 páginas o professor universitário discorre sobre o “feminismo político” – identificado como “nazismo de género”, um dos pontos abordados nas cadeiras de mestrado que ministra na faculdade – e como este impregnou a justiça e levou à “nazificação” do direito da família, visando a “destruição da paternidade do homem cristão”. Escreve Francisco Aguilar que “a morte dada ao Deus-pai cristão através da destruição do homem como pai-Deus se estende também aos seus descendentes”, ao resultar na “omissão da educação moralmente anelante de Deus que apenas o pai lhes pode dar”.

Um texto em que abundam as considerações depreciativas sobre as mulheres, que Francisco Aguilar diz confundirem o bem moral com as aparências (a “miopia moral da fêmea”), diz terem uma “‘opiácea’ dependência de atenção narcisista”, e um ódio genético àquele que é visto como “biologicamente privilegiado por Deus” – o sexo masculino.

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