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Polícias têm seis meses para remover tatuagens racistas e partidárias

Despacho do diretor nacional da PSP afirma que são “proibidas” em qualquer parte do corpo tatuagens racistas e que contenham símbolos, palavras ou desenhos de natureza partidária

Os polícias que tenham tatuagens com símbolos, palavras ou desenhos de natureza partidária, extremista, racista ou que incentivem à violência têm seis meses para as remover, de acordo com novas normas da PSP.

Num despacho da passada terça-feira do diretor nacional da PSP, Magina da Silva, a que a agência Lusa teve esta sexta-feira acesso, são “proibidas “em qualquer parte do corpo as tatuagens que contenham símbolos, palavras ou desenhos de natureza partidária, extremista, rácica ou que incentivem à violência”, tendo estas que ser removidas no prazo máximo de 180 dias.

A direção nacional da PSP só permite aos seus agentes tatuagens visíveis no braço, acima da linha do cotovelo e nos pés até 10 centímetros acima da linha do tornozelo, devendo as outras, em outros locais do corpo serem tapadas por uma peça de uniforme ou alternativa por uma manga ajustada de cor neutra ou uma calça justa.

No despacho é referido que serão excluídos os candidatos ao concurso de admissão da PSP que tenham tatuagens proibidas, exceto aqueles que manifestem intenção de as remover até ao final do concurso.

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