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Junta Militar nega envolvimento nos ataques ocorridos em Sofala, no centro de Moçambique

Autoridades governamentais responsabilizam dissidentes da RENAMO por ataque que fez um morto e oito feridos no passado domingo. Junta Militar nega

A Polícia da República de Moçambique (PRM) confirmou a ocorrência de um ataque armado em Sofala, entre a Gorongosa e Nhamatanda, no passado domingo. O balanço provisório do incidente é de uma vítima mortal e oito feridos. Contudo, testemunhas falam em dois óbitos.

“Temos registado um caso de ataque protagonizado por bandidos pertencentes à autoproclamada junta militar da RENAMO que teriam efetuado vários disparos contra viaturas”, afirmou Daniel Macuácua, da PRM à Deutsche Welle África.

O ataque atribuído à Junta Militar da RENAMO é, no entanto, refutado pelo líder do grupo. Mariano Nhongo delega mesmo no Governo moçambicano liderado pela FRELIMO a necessidade de investigar a autoria dos ataques. “Não me pergunte sobre esses ataques, porque eu também não sei”, afirmou.

A autoproclamada Junta Militar tem sido apontada como autora de diversos ataques pelas autoridades moçambicanas desde junho do ano passado. A organização contesta a liderança do maior partido da oposição moçambicana liderado por Ossufo Momade que tem vindo a apelar à união.

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