Crítico do atual presidente foi levado ao país de forma obscura e alega perseguição
Como gerente de um hotel cinco-estrelas onde 1.268 pessoas se abrigaram para escapar do genocídio de 1994 em Ruanda, Paul Rusesabagina era conhecido pelo temperamento frio —qualidade que manteve os assassinos a distância, ajudou a garantir a sobrevivência de todos os hóspedes e inspirou um filme indicado ao Oscar, “Hotel Ruanda”, que levou sua história ao público global.
Agora Rusesabagina está de volta a Ruanda, mas desta vez sob prisão, em uma cela espartana na delegacia central de Kigali. Ele ainda mantém a figura de um hoteleiro tranquilo —blazer bem passado, camisa branca, mocassins lustrosos— enquanto se esforça para explicar as últimas reviravoltas de uma história de vida que ameaça superar até mesmo sua versão de Hollywood.
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