Início Mundo Stella, cobaia da vacina de Oxford, teve de medir as picadas e manter um diário

Stella, cobaia da vacina de Oxford, teve de medir as picadas e manter um diário

Júlia Barbon

Aos 35 anos, a neuropediatra brasileira Stella Pinto dos Santos está entre os 2.000 voluntários no Rio de Janeiro, dos quais 61% já tomaram a vacina produzida em Oxford. Na sua experiência como cobaia da Ciência sofreu com os efeitos secundários da vacina e passou a viver com o medo

O perfil de Stella se encaixou perfeitamente nos pré-requisitos listados em uma mensagem de Whatsapp espalhada pelos colegas da pediatria no fim de junho: profissional de saúde na linha de frente da Covid-19, entre 18 e 55 anos de idade, nunca pegou o vírus.

A ideia de ajudar o mundo na cura da pandemia a atraiu, assim como a possibilidade de se imunizar logo contra a doença. Foi fácil, portanto, a decisão de se inscrever nas fileiras de voluntários que ajudariam a testar a vacina feita pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca.

O produto é o mais avançado até agora na corrida pela tão sonhada imunização, segundo a Organização Mundial da Saúde. As altas taxas de infecção e a expertise do Brasil na área geraram o interesse dos pesquisadores —assim como da farmacêutica chinesa Sinovac, que também já começou testes por aqui.

Aos 35 anos, a neuropediatra Stella Pinto dos Santos está entre os 2.000 voluntários no Rio de Janeiro, dos quais 61% já tomaram a vacina. São mais 2.000 em São Paulo e 1.000 em Salvador (com 85% e 36% imunizados até agora, respectivamente), além dos de outros países.

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