Reflexo de Salazar no espelho português está a ficar menos nítido - Plataforma Media

Reflexo de Salazar no espelho português está a ficar menos nítido

Quando passam 50 anos sobre a morte de Salazar, o seu nome raramente é pronunciado e nem os novos partidos de extrema-direita lutam pelo seu legado. Se Salazar perguntasse ao espelho, como a Bruxa Má, se havia algum estadista mais eterno do que ele, a resposta iria surpreendê-lo.

Cinquenta anos após a morte, António de Oliveira Salazar está mais esquecido, deixou de fazer parte das conversas e nem os taxistas o usam para dizer “no tempo de Salazar é que era bom”.

Essa é a conclusão que se pode retirar nos dias que antecedem esta efeméride, suportada na inexistência da habitual vaga de livros que nestas datas costumam chegar às livrarias, como aconteceu no centenário da República em 2010, por exemplo.

Mais, Salazar não desperta em si próprio o interesse dos historiadores e mantém-se apenas com uma biografia exaustiva – sem contar com o trabalho de Franco Nogueira lançado pouco depois do 25 de Abril -, a que Filipe Ribeiro de Meneses publicou há uma década.

Leia mais em Diário de Notícias

Assine nossa Newsletter