É médico, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e investigador do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, onde lidera o Laboratório de Imunologia Celular.
Desde março que Luís Graça e a sua equipa têm em mãos dois projetos relacionados com a covid-19. Ao DN, fala dos resultados já alcançados no desenvolvimento de vacinas e do que ainda poderá vir a acontecer. Mas está hoje muito mais otimista do que há três meses.
AFDA [Food and Drug Administration] deu nesta semana luz verde para que a Pfizer e o laboratório alemão Biontech avançassem para a fase 3 de ensaios que estão a desenvolver. O anúncio desta decisão e de que o antídoto poderá estar no mercado em outubro fizeram que os três índices da Bolsa de Nova Iorque subissem de imediato. Isto é sinal da pressão económica e social que a covid-19 está a ter no mundo?
Não tenho memória de outro acontecimento recente com causa médica que tivesse um impacto tão grande na economia e a nível social. Penso que estamos a viver um dos momentos em que a necessidade maior a nível global é a descoberta de uma solução médica para se travar esta doença. Sobretudo uma solução que passe por uma vacina, porque é a única que ajudará na recuperação da economia. Tem uma ação preventiva e as pessoas não serão infetadas.
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