Na última terça-feira, o dia em que imagens de caixões sepultados em valas comuns no maior cemitério de Manaus em decorrência da pandemia de coronavírus correram mundo, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinava em Brasília uma investigação à manifestação anti-democracia a que Jair Bolsonaro comparecera no domingo anterior.
Num intervalo de poucas horas, a “gripezinha”, segundo o presidente, ganhou contornos de calamidade. E o cerco judicial em torno do núcleo do Palácio do Planalto apertou-se decisivamente no que viria a culminar com a saída do ministro da justiça Sergio Moro do governo.
Leia mais em Diário de Notícias