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Na Venezuela, a fome é mais forte que a quarentena

Cansada de fugir das forças de segurança, Gladys Rangel tira sua máscara de proteção caseira e descansa, sem encontrar a quem vender seus sacos de pimentões e limões a 5 centavos de dólar. “Se não morrer do vírus, morro de fome”, diz à AFP esta mulher de 57 anos.

Gladys vive nesta favela de cerca de 400.000 habitantes de Caracas, um aglomerado de casas pobres construídas desordenadamente sobre as montanhas desde meados do século passado, onde os serviços de água, gás e coleta de lixo são precários.

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