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CHINA REFORÇA APOSTA NO BRASIL

 

O vice-presidente chinês, Li Yuanchao foi um dos nomes nomes mais sonantes entre os líderes que marcaram presença na cerimónia de posse do segundo mandato da Presidente brasileira. Na reunião que depois teve com Dilma Rosseff, Li Yuanchao reafirmou a importância que Pequim atribui às relações com o Brasil, comprometendo-se a aprofundar a parceria estratégica global entre os dois países.

O governante chinês lembrou os consenso alcançados entre Xi Jinping e Rousseff, que se reuniuram duas vezes durante o ano passado, referindo-se especificamente à rede ferroviária transcontinental aprovada entre China, Brasil e Peru durante o périplo sul-americano realizado pelo Presidente chinês.

Dilma Rousseff garantiu na ocasião que o Brasil prioriza as relações com a China, apostando em fazer bom uso dos mecanismos existentes para aprofundar a cooperação económica e comercial entre os dois países, que se devem coordenar também nas posições que assumem no plano internacional.

“O Brasil está determinado a retomar o crescimento”, disse Rousseff no seu seu primeiro discurso no Parlamento brasileiro, acrescentando que “os primeiros passos dessa jornada passam pela revisão das contas públicas, pelo aumento da poupança interna, o reforço de investimentos e a melhoria da produtividade”.

O plano de aceleração do crescimento económico prometido por Dilma passa por um forte investimento em infraestruturas, mas também pela criação de um ambiente mais favorável às empresas, reduzindo a burocracia, promovendo a estabilidade económica, com controlo da inflação e disciplina fiscal, de forma a recuperar a confiança de empresários e trabalhadores.

Enquanto isso, Rousseff prometeu não sacrificar programas sociais de seu governo para melhorar a economia. “Estamos a provar que você pode cortar custos mas ter ganhos sociais”, sintetizou Dilma Roussef.

O Brasil é a sétima maior economia do mundo, apesar de seu crescimento económico ter abrandado nos últimos anos. Segundo o ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, em 2014 a taxa de crescimento económico foi apenas de 0,2%, muito abaixo da previsão inicial do Governo: 2,5%.

 

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