DST NÃO ESPERA “GRANDE AUMENTO” DE VISITANTES A CURTO PRAZO - Plataforma Media

DST NÃO ESPERA “GRANDE AUMENTO” DE VISITANTES A CURTO PRAZO

 

Os Serviços de Turismo não esperam que do alargamento do horários fronteiriço resulte, para já, um grande afluxo de vistantes

 

Os novos horários das fronteiras que separam Macau do interior da China entram em funcionamento daqui a duas semanas, no dia 18 de dezembro. Não se espera um “grande aumento” do número dos visitantes a curto prazo, “tendo em conta que a atual principal via de entrada dos visitantes em Macau é pelo posto fronteiriço das Portas do Cerco e por via marítima”, sublinha a Direção dos Serviços de Turismo (DST) em declarações ao Plataforma Macau, realçando, porém, que é necessário esperar pela entrada em vigor da medida para avaliar o impacto no movimento dos visitantes.

Das 26,1 milhões de pessoas que entraram em Macau entre janeiro e outubro deste ano, 12,9 milhões fizeram-no através do posto fronteiriço das Portas do Cerco. O número de visitantes do interior da China totalizou durante este mesmo período 17,6 milhões. Cerca de 11 milhões entraram pelo posto fronteiriço das Portas do Cerco.

Recorde-se que nesta fronteira, o horário vai ser alargado em duas horas, passando a funcionar entre as 6:00 da manhã e a 1:00 da manhã do dia seguinte, abrindo uma hora mais cedo e fechando uma hora mais tarde.

No Parque Industrial Transfronteiriço, com fronteira aberta 24 horas para os trabalhadores do parque, a passagem vai ser possível aos residentes de Macau, estudantes e trabalhadores não residentes oriundos da China continental entre a meia noite e as 7:00 da manhã. Já a fronteira da Ponte Flor de Lótus, que liga os aterros do Cotai à Ilha da Montanha, passa a estar aberta 24 horas para residentes e turistas, embora fechada para mercadorias.

A DST considera o alargamento horário uma medida “benéfica para Macau e para a indústria local, uma vez que vai ajudar a dispersar o fluxo de visitantes, reduzir a pressão dos picos de passagem pelos postos fronteiriços, oferecendo maior flexibilidade aos operadores e visitantes para programarem a entrada e saída da cidade”.

 

Catarina Domingues 

 

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