CAIRNS QUER DISCUTIR SUPREMACIA NO JOGO COM MACAU - Plataforma Media

CAIRNS QUER DISCUTIR SUPREMACIA NO JOGO COM MACAU

 

Com um gigantesco hotel casino a até agora tranquila Cairns quer tornar-se na nova meca do jogo.

 

A cidade australiana de Cairns, outrora um destino hippie quer aproveitar a construção do maior hotel-casino do mundo para, em 2019, rivalizar com Macau no setor do jogo.

Na última semana, um promotor imobiliário de Hong Kong, Tony Fung, venceu um concurso preliminar do governo australiano para construir um hotel-casino, avaliado em 7.56 mil milhões de dólares, numa antiga plantação de cana-de-açúcar, a norte da cidade.

O empreendimento, que ficará concluído em 2018, terá 7.500 quartos de hotel, construídos em torno de um lago artificial e de um campo de golfe com 18 buracos – no total, a sua capacidade hoteleira supera a dos dois casinos de Singapura, juntos.

“Estamos muito confiantes que Cairns vai serr um destino global”, disse Justin Fung, filho de Tony, citado pela agência Bloomberg, que destacou o fato da cidade ser a metrópole ocidental que fica mais perto da China.

Para além de Macau, que acabou de licenciar seis novos casinos, Cairns vai contar com a concorrência de salas de jogo do Sri Lanka, Coreia do Sul, Filipinas e Japão.

Na Austrália, o crescimento das receitas de jogo desacelerou para 2.9%, depois de se ter situado em 3.6% nos últimos cinco anos e o país apenas recolhe menos de 4% das exportações de turismo chinês.

Igualmente a menos de oito horas de Hong Kong estão os casinos de Perth e de Darwin, da Crown e da Skycity Entertainment Group, respetivamente. E diversos fatores, como  inundações, ciclones e uma moeda forte, fizeram cair o preço das propriedades na Austrália – em alguns casos até 10 vezes menos, como nos cerca de 10 milhões de dólares americanos que o milionário chinês-australiano William Han pagou pela ilha de Lindeman ao Club Mediterranée.

 

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