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Cinco líderes que moldaram o sonho de uma África livre

No calendário político e histórico do continente, o 25 de Maio ocupa um lugar especial. A data assinala o Dia de África, criado para celebrar a fundação da Organização da Unidade Africana (OUA), em 1963, em Adis Abeba, instituição que mais tarde daria origem à actual União Africana. Para além do simbolismo histórico, o dia assinala a luta pela libertação do colonialismo, pela afirmação da identidade africana e pela construção de Estados soberanos.

Entre os nomes que marcaram esse processo destacam-se Kwame Nkrumah, Julius Nyerere, Jomo Kenyatta, Ahmed Sékou Touré e Léopold Sédar Senghor. Vindos de diferentes regiões do continente, estes líderes partilhavam uma mesma convicção: África precisava governar-se a si própria e recuperar a dignidade perdida durante décadas de dominação colonial.

Um legado que atravessa gerações
Os caminhos seguidos por estes líderes foram diferentes. Alguns privilegiaram o socialismo africano, outros apostaram em modelos mais liberais. Uns tornaram-se referências democráticas, outros foram criticados pelo autoritarismo. Todos, porém, desempenharam um papel decisivo na descolonização do continente.

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