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EUA sancionam quatro organizadores da Flotilha Gobal Sumud

Os Estados Unidos sancionaram esta terça-feira quatro organizadores da Flotilha Global Sumud, que procurava romper o bloqueio israelita a Gaza

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Os Estados Unidos sancionaram esta terça-feira quatro organizadores da Flotilha Global Sumud, que procurava romper o bloqueio israelita a Gaza, acusando-os de apoiar o grupo islamita Hamas e de minar os esforços de paz do Presidente norte-americano.

Em comunicado, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou que estava a impor sanções, através do Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros, contra “quatro indivíduos associados à flotilha pró-Hamas”, que acusa de procurar alcançar o enclave palestiniano “em apoio” dos islamitas palestinianos.

“A flotilha pró-terrorismo que tenta chegar a Gaza é uma tentativa absurda de minar o progresso bem-sucedido do Presidente Trump rumo a uma paz duradoura na região”, comentou o secretário do Tesouro, Scott Bessent, citado no comunicado.

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O governante norte-americano avisou também que Washington “continuará a cortar as redes globais” de apoio financeiro ao Hamas, “independentemente do local do mundo onde se encontrem”.

Entre os quatro indivíduos atingidos pelas sanções norte-americanas encontra-se o ativista espanhol de origem palestiniana Saif Hashim Kamel Abukeshek, já anteriormente detido em Israel no início de maio, e Hisham Abdallah Sulayman Abu Mahfuz, residente em Espanha.

Ambos são apontados como líderes da Conferência Popular dos Palestinianos no Estrangeiro (PCPA), organização com sede na Europa e já sancionada por Washington.

Abukeshek consta também como membro do comité diretivo da flotilha humanitária, que tentou romper o bloqueio à Faixa de Gaza palestiniana em várias viagens, enquanto Abu Mahfuz desempenha as funções de secretário-geral interino e presidente da organização.

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Washington impôs ainda sanções a Mohammed Khatib e Jaldia Abubakra Aueda, coordenadores da Rede de Solidariedade com os Prisioneiros Palestinianos (Samidoun), uma entidade sediada na Bélgica e que, segundo Washington, “serve de plataforma de angariação de fundos nos países onde a Frente Popular para a Libertação da Palestina enfrenta restrições legais”.

Em resultado destas medidas, todos os bens e interesses dos indivíduos sancionados nos Estados Unidos ou sob o controlo de cidadãos norte-americanos estão bloqueados, e as transações com os mesmos são proibidas, exceto com autorização específica.

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