A inflação subjacente — que exclui energia e alimentos não processados — registou um aumento homólogo de 2,0%, ligeiramente acima dos 1,9% de fevereiro.
Os produtos energéticos subiram 5,8% em março, após uma queda de 2,2% no mês anterior, enquanto os alimentos não transformados aumentaram 6,4% (6,7% em fevereiro). “A aceleração do IPC deve-se quase na totalidade ao aumento do preço dos combustíveis”, afirma o INE.
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Na comparação mensal, os preços subiram 2,0% entre fevereiro e março, um valor muito superior ao incremento de 0,1% registado um mês antes e ao 1,4% de março de 2025. O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), utilizado para comparações na União Europeia, também aumentou 2,7% em termos homólogos.
O INE divulgará os números definitivos relativos a março no próximo dia 13 de abril.