Início » Mercenários ligados ao CDS contratados para matar padre Max há 50 anos

Mercenários ligados ao CDS contratados para matar padre Max há 50 anos

O 2 de abril de 1976 não fica só marcado na História de Portugal como o dia em que foi aprovada a Constituição da República Portuguesa. Naquela noite, há 50 anos, acontecia o duplo homicídio que mudou a forma como a igreja e o país olhavam para os atentados bombistas da época

As mortes do padre Maximino Sousa e Maria de Lurdes Correia, às mãos das bombas da extrema-direita, nunca tiveram culpados na justiça. Porém, uma confissão de 2014 feita por um dos bombistas revela como tudo aconteceu e que foi um segurança do deputado Galvão de Melo, do CDS, a contratar dois dos cinco mercenários que executaram o crime.

O padre Maximino Barbosa de Sousa, de 32 anos, dava aulas no Liceu de Vila Real. À noite, alfabetizava adultos na Casa da Cultura da Cumieira, em Santa Marta de Penaguião. Era candidato às eleições legislativas que ocorreriam a 25 de abril de 1976, pela UDP, um dos partidos que estaria na origem do BE.

Leia mais em Jornal de Notícias

Contate-nos

Meio de comunicação social generalista, com foco na relação entre os Países de Língua Portuguesa e a China

Plataforma Studio

Newsletter

Subscreva a Newsletter Plataforma para se manter a par de tudo!

Uh-oh! It looks like you're using an ad blocker.

Our website relies on ads to provide free content and sustain our operations. By turning off your ad blocker, you help support us and ensure we can continue offering valuable content without any cost to you.

We truly appreciate your understanding and support. Thank you for considering disabling your ad blocker for this website