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“A maioria dos portugueses reconhece a realidade das alterações climáticas e as suas origens na ação humana”, conclui a investigadora Mariana Pinho, que explica que “a baixa ansiedade não significa desinteresse ou falta de consciência ambiental entre a população”.
Um estudo da Universidade de Aveiro (UA) indica que a ansiedade climática entre adultos em Portugal é baixa, mas influencia comportamentos favoráveis ao ambiente.