Na conferência de Imprensa desta tarde ao país, Nuno Lopes, meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), disse que a depressão Kristin, que atinge Portugal continental, maioritariamente Centro e Norte, é a “mais forte” desde que há registos.
Entretanto, José Pimenta Machado, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), prevê que a próxima semana seja “muito difícil”, uma vez que o país vem de “uma sequência de tempestades sucessivas” e “os solos estão saturados”.
Segundo o dirigente, os incêndios florestais de setembro prejudicaram os solos no Centro, causando “dificuldade adicional” em combater as cheias. A ideia será “provocar pequenas cheias, para não temos umas cheias descontroladas”, sublinhou.
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