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Estado de calamidade até 1 de fevereiro: poderão juntar-se outros municípios aos mais de 60 abrangidos

Perda de telecomunicações, falhas de eletricidade, quedas de árvores e de estruturas, rajadas de vento que chegaram aos 178km/h, inundações, vias cortadas e escolas fechadas. A depressão Kristin atingiu Portugal na quarta-feira e deixou um rasto de destruição, principalmente na zona Centro, no distrito de Leiria. Há seis mortes confirmadas (três em Leiria, uma em Vila Franca de Xira, uma em Silves e uma na Marinha Grande). Acompanhe aqui os principais desenvolvimentos.

O ministro da Presidência sublinhou, como já foi noticiado, que o Governo declarou o estado de calamidade no Conselho de Ministros desta quinta-feira das zero horas do dia 28 até ao dia 1 de fevereiro, às 23.59 horas, “sendo nesse dia revistas as condições para ver se se justifica o prolongamento”.

Em termos territoriais, Leitão Amaro recordou que este fenómeno tem “um impacto extremo na região Centro, entre o município de Mira e o da Lourinhã e Torres Vedras”. E é no conjunto dos cerca de 60 municípios que estão nessa área e alguns outros que ativaram planos de proteção civil que se aplica já a declaração do estado de calamidade”. Porém, a deliberaçõo tomada esta quinta-feira permite, por despacho da ministra da Administração Interna, podem ser acrescentados outros municípios a estes 60, disse o ministro. A lista pode ser alargada sem necessidade de nova reunião do Conselho de Ministros.

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