Há um ano, nesta mesma semana, o Vale do Silício e Wall Street foram tomados de surpresa pelo lançamento do aplicativo chinês DeepSeek , que rivalizava com os grandes modelos de linguagem americanos, como o ChatGPT, apresentando desempenho comparável em critérios importantes a uma fração do custo, mesmo utilizando chips menos avançados.
O DeepSeek abriu um novo capítulo na rivalidade entre EUA e China, com o mundo reconhecendo a competitividade dos modelos de inteligência artificial (IA) chineses e Pequim investindo mais recursos no desenvolvimento de seu próprio ecossistema de IA.
Em seu plano de ação para IA, divulgado meses após o surgimento do DeepSeek, o governo do presidente americano Donald Trump expôs sua aposta em termos claros: “Os Estados Unidos estão em uma corrida para alcançar a dominância global em inteligência artificial.”
A estratégia, intitulada “Vencendo a corrida: Plano de Ação de IA dos EUA”, pedia a eliminação de barreiras regulatórias que supostamente dificultam a inovação e o aproveitamento do domínio tecnológico americano em todo o mundo.
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