Em comunicado, o MNE refere que “está a acompanhar o caso e em contacto com a família”.
Ainda segundo o ministério, Carla da Silva, “que acaba de ser libertada”, já tinha cumprido cerca de cinco anos dos “mais de 20 anos de prisão” a que tinha sido condenada.
Fonte do MNE indicou posteriormente à Lusa que Carla Rosaura da Silva Marrero estava presa desde 5 de maio de 2020 e tinha sido condenada a 21 anos de prisão por “conspiração e associação para cometer crimes”.
A luso-venezuelana estava presa no Instituto Nacional de Orientação Femenina (INOF) desde 27 de setembro e já tinha cumprido até cinco anos, oito meses e 20 dias de prisão, ainda segundo a fonte do MNE.
Carla da Silva tinha sido condenada por um tribunal de Caracas em 23 de maio de 2024, juntamente com outras 28 pessoas, militares e civis, por conspirarem para derrubar o Governo da Venezuela.
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