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Os retiros de exorcismos e libertação que estão a decorrer em Fátima, conduzidos pela Prelatura Santi Pietro e Paolo, da qual a Igreja Católica Apostólica Romana já se demarcou, voltam a colocar na ordem do dia o poder da religião e a busca dos crentes por respostas transcendentais perante a tormenta. Mas como se separa o trigo do joio? Onde se traça a linha entre o respeito pela fé e a necessidade de proteger quem se aproveita da fragilidade e dor dos outros? Entre o lugar das instituições consolidadas e a liberdade para novas manifestações?
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